Por enquanto, uma imagem pra todos saberem por onde tenho andado...


Era como um sonho. Um lugar estranho. Não sabia exatamente onde estava. Só lembro de olhar em frente e ver o velho Eistein sentado numa pilha de livros com cara triste. Mas exalando sapiência. Ao seu lado estava Shirley Temple, ainda menina, antes de receber sua miniestatueta do Oscar e ainda bem distante de sua luta inspiradora contra o câncer de mama. Ao lado deles, Leon Toltoi e embaixo da mesa, a cabeça de Lewis Carroll... Era muito estranho. Todas as pessoas importantes para a humaninadade estavam lá! Até Platão, que diga-se de passagem, trocava idéias com Pelé – novinho, do tempo em que fazia gols calado – e com o Bill Gates. Perto deles, o Lenin com braços erguidos e seu sonho deturpado de socialismo... Ele talvez não imaginasse o sofrimento que o seu autoritarismo causaria ao seus pares. Era incrível. Sadan Hussein, Elvis Presley, Ariel Sharon, Michale Jordan, estavam todos lá, se divertindo e evidenciando o quanto o homem mudou o planeta.
E em cada rosto que olhava eu via a possibilidade de conhecer melhor a biografia daquela pessoa. Bastava passar o mouse em cima e clicar. Mas era estranho. Acordei de repente e me lembro de um cara tirando uma foto do momento. Ele me disse que hospedaria a tal imagem nesse link ó:
http://cliptank.com/PeopleofInfluencePainting.htm




Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais




Ontem, no final do expediente, recebi um telefone do amigo Marcelo me convidando para ir andar no Parque do Ibirapuera. Bom, o papo com esse amigo é sempre muuuuuuuuuuito bom, mas tive de recusar porque a patroa tinha ligado minutos antes, convidando – leia-se intimando – a jantar em casa. A intimação, digo, convite, foi acompanhado de uma inteligente propaganda sobre os já conhecidos dotes culinários da senhora do lar. Sendo assim, recusei o convite do amigo Marcelo.
Eis que hoje, assim que abro os portais noticiosos dou de cara com a notícia que ontem à noite um carro desgovernada caiu no lago do Parque do Ibirapuera e no caminho simplemente atropelou um motoboy e uma moça que praticava exercícios...
Ainda bem que o cumpadre Marcelo está bem. Diante do fato, chamo o camarada no MSN e falamos do assunto, lá pelas tantas, sai a pérola:
Eu: “Cara, fiquei pensando na história do Ibirapuera. Que absurdo. Cê viu de onde a mina desceu?”
Ele: “Vi. De perto do monumento do Cabral. Logo depois do farol da Assembléia”
Eu: “Pois é... cena de filme”
Ele: “Semana passada, a Disney estava filmando em Nova York um filme com o Nicolas Cage. O dublê perdeu o controle de uma Ferrari e porrou o carro numa vitrine. Aqui nós temos um C3 que cai no fétido lago do parque. Cada um tem a "cena de fime" que merece.


